sexta-feira, 14 de junho de 2013

Internet supera meios tradicionais nos serviços bancários

O uso de serviços bancários pela internet e por redes móveis ultrapassou os meios tradicionais no Brasil, revelou nesta quinta-feira (13) uma pesquisa da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), em parceria com a Booz & Company. O volume de transações virtuais cresceu 14% nos últimos quatro anos, alcançando 42% em 2012, contra 41% de outros meios, como a presença física nas agências bancárias e ATMs.
O grande responsável pelo resultado foi o mobile banking – que permite o acesso através de tablets e smartphones. O serviço avançou 223% entre 2008 e 2012, passando a representar 2,3% do total de transações bancárias no País, ainda segundo a entidade.
A maior sensação de segurança contra fraudes da internet foi um dos motivos que impulsionaram este aumento, na visão da diretora de tecnologia da Booz & Company, Renata Serra. “Também contribuiu a ascensão dos mais jovens nestes serviços, mais acostumados ao meio virtual. Além disso, novas funcionalidades que os bancos colocaram à disposição dos consumidores proporcionaram maior conveniência em produtos e serviços”, destaca.
Uma destas facilidades, segundo Renata, é a possibilidade de pagar contas por meio do código de barras fornecido nos boletos, que já pode ser lido por smartphones e tablets. Na internet tradicional, ainda é preciso comprar um leitor. “O consumidor faz o pagamento pelo celular sem precisar digitar todos os códigos”, explica.
Leia mais: Com custo menor, mais terminais podem oferecer troco no transporte público
Até 2017, as transações bancárias por internet e mobile banking podem representar 54% do total, se o crescimento destes canais se mantiver, acredita a executiva da Booz & Company, que acompanhou o desenvolvimento da pesquisa.
Entre 2008 e 2012, o número de contas com acesso ao internet banking cresceu 20,8%, acima do aumento de 13,9% da população com acesso à internet no País. As transações neste meio movimentaram R$ 14 bilhões no ano passado.
Investimentos
Os custos por transação nos canais virtuais também ficaram mais baratos, em virtude dos investimentos nesta área, de acordo com a Febraban. Passaram a custar 17,4% a menos nos últimos cinco anos. Por outro lado, a facilidade em acessar a tecnologia encareceu os gastos dos bancos, devido ao aumento de 73,4% no volume de transações pela internet e por redes móveis, revelou a pesquisa.
O levantamento apontou ainda que os investimentos com tecnologia da informação (TI) por instituições financeiras cresceram 9,5% no último ano, movimentando R$ 20,1 bilhões neste mercado.
fontr: IG

Mano Menezes é o novo treinador do Flamengo

Mano Menezes é o novo treinador do Flamengo. Após a empatia imediata em um primeiro contato ao vivo, treinador e clube definiram questões mais importantes, como salários e composição da comissão técnica, ainda no início da semana e chegaram a um consenso em relação a detalhes do contrato nesta quinta-feira, concluindo as negociações. O Rubro-Negro desejava um acordo até o fim de 2015, mas o vínculo inicial será até 31 de dezembro 2014. O clube já fez o anúncio em seu site oficial.
- De Nação para a Nação. Ser técnico do CR Flamengo é meu novo grande trabalho. Um orgulho - disse o treinador em seu perfil oficial no Twitter.
Mano Menezes chega com o auxiliar técnico Sidnei Lobo, com quem trabalha desde 2004, e um preparador físico, conforme definido já em conversas iniciais. O Flamengo defendeu a permanência de Joelton Urtiga, preparador que trabalhava com Jorginho e passou a ser funcionário permanente do clube, e o treinador não se opôs.
O valor da remuneração de Mano Menezes foi outro ponto definido sem maiores traumas. Simpático ao projeto apresentado pelo Flamengo, como revelou no início da semana, o treinador receberá um meio-termo entre o que era pago ao seu antecessor, Jorginho, e os R$ 800 mil que Dorival Junior ganharia em reajuste ao longo do ano previsto em contrato. O montante é superior também ao que o profissional recebia da CBF.
Todo processo de negociação foi conduzido por membros do conselho gestor do rubro-negro, como os vices de marketing, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, relações externas, Flávio Godinho, finanças, Rodrigo Tostes, e futebol, Wallim Vasconcellos. Bastante questionado internamente, o diretor executivo Paulo Pelaipe, que já trabalhou com Mano no Grêmio, não participou das tratativas.
Mano Menezes já era o nome de consenso da diretoria desde de quinta-feira passada, horas depois da demissão de Jorginho. Decidido a abrir mão da postura radical de redução de gastos, o vice de futebol, Wallim Vasconcellos, deixou o hotel onde a delegação estava hospedada em Florianópolis rumo ao Rio logo pela manhã para iniciar as tratativas. A aposta mal sucedida no tetracampeão deixou clara a necessidade de um nome de peso para conduzir a equipe no processo de reestruturação rubro-negro.
Ainda não há confirmação da apresentação oficial. Mano será o sexto treinador gaúcho do Flamengo, em lista que inclui vitoriosos como Claudio Coutinho e Paulo Cesar Carpegiani, e terá seu primeiro contato com o elenco na próxima terça-feira, no Ninho do Urubu.
Trajetória de sucesso
O primeiro trabalho de Mano à frente de uma equipe profissional aconteceu em 1997, no Guarani de Venâncio Aires-RS. Seu primeiro trabalho de destaque foi no XV de Campo Bom-RS. Em 2004, levou o clube à semifinal da Copa do Brasil, eliminando o Vasco na segunda fase do torneio, com um acachapante 3 a 0 em São Januário.
O primeiro grande clube foi o Grêmio, clube que recolocou na elite do futebol brasileiro com a conquista da Série B, em 2005. Ainda conduziu o Tricolor a um bicampeonato gaúcho (2006 e 2007) e à final da Libertadores de 2007.
No Corinthians, o auge em clubes: novamente venceu a Série B, em 2008, e no ano seguinte foi campeão paulista e da Copa do Brasil.
O sucesso no Timão alçou Mano à seleção brasileira. As conquistas com a Amarelinha se resumiram a dois Superclássicos das Américas (taças disputadas em dois jogos contra a Argentina, em 2011 e 2012). O fraco desempenho contra seleções tradicionais fez com que ele perdesse força e acabasse demitido.

Mulher registra boletim de ocorrência contra ex-companheiro e desaparece em Canapi- AL

Está desaparecida deste o último dia (05/06) do município de Canapi, a senhora Joelma Leonardo da Silva, 34 anos de idade.
Ela desapareceu misteriosamente depois de registrar um boletim de ocorrência contra seu ex-companheiro identificado apenas por Isaac. Joelma que é mãe de 11 filhos estava de posse de um pedido de exame de corpo delito que deveria ser feito no município de Arapiraca.
Segundo a mãe de Joelma, a aposentada Maria Leonardo da Silva, ela acreditar que seja uma coincidência, e que seu ex-genro não tenha nenhum envolvimento com o sumiço da sua filha.
Ainda Dona Maria, não é a primeira vez que Joelma desaparece e deixa os seus filhos jogados a própria sorte, da última vez a sua filha foi encontrada por conselheiros tutelares de Paulo Afonso, perambulando pelas ruas daquele município com uma sua filha, uma criança de colo.
Clique para ampliarPor orientação do Conselho Tutelar de Canapi, a criança foi entregue ao pai e da própria avó materna da criança, que com mais esse sumiço da filha passou a tomar conta de seis dos onze netos. O caso deve ser investigado pela Policia Civil.
Quem tiver qualquer informação que leve ao paradeiro desta mulher entre em contato pelo telefone (82) 81607632 e fale com os seus familiares.

PM inicia confronto, ataca imprensa e faz de SP palco de guerra


Milhares de pessoas foram às ruas na noite desta quinta-feira contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo. Mas a passeata, que começou pacífica - com jovens cantando, carregando cartazes e distribuindo flores para a população -, terminou com cenas de guerra em diversas ruas do centro.
As primeiras bombas de gás lacrimogênio lançadas pela Polícia Militar, às 19h15, na rua da Consolação, deram início a uma sequência de atos violentos por parte dos militares, que se espalharam até por volta da meia-noite. Antes do início da ação policial, o major Lidio Costa Junior, do Policiamento de Trânsito da PM, afirmou ter sido rompido um "acordo" que havia sido feito com os manifestantes.
Segundo o encarregado de impedir que os manifestantes subissem a rua da Consolação, em direção à avenida Paulista, o combinado era que a manifestação, que começou na praça Ramos de Azevedo, em frente ao Theatro Municipal, se encerrasse na praça Roosevelt, ao lado da igreja da Consolação. "Se não é para cumprir acordo, não adianta reclamar das consequências", disse o major. Menos de cinco minutos depois, as primeiras bombas foram lançadas quando um grupo de manifestantes avançou o quarteirão até a rua Maria Antônia.
As bombas foram respondidas com pedras. Vazia, a subida da Consolação serviu como território para medir forças. Bombas e tiros de bala de borracha eram endereçados aos manifestantes, que responderam com pedras e rojões. Em minoria, em um primeiro momento, os policiais recuaram várias vezes. Com o reforço vindo do sentido contrário, acabou o confronto. Os manifestantes se espalharam pelas ruas da região e se deu início a uma perseguição que se estendeu pelo menos até a meia noite.
Se a subida da Consolação estava vazia, a descida, em direção ao centro, estava lotada de ônibus estacionados no corredor e veículos de paulistanos que viraram reféns da situação. Durante a troca de pedradas e bombas, muitos motoristas fecharam os veículos e se abrigaram no comércio da região. Nos ônibus, mulheres e crianças, além de adultos, sofreram com os efeitos do gás lacrimogênio. Dos manifestantes, algumas mulheres receberam um pouco de vinagre, que, inalado, ajuda a desobstruir as vias respiratórias.
Alguns ônibus tiveram os vidros laterais quebrados pelos manifestantes, que também picharam neles sua frase predileta: "R$ 3,20 não dá". Durante a perseguição, os ônibus serviram de barreira para os que protestavam. Por cima deles, foram atiradas algumas pedras. Policiais chegaram a ziguezaguear entre os veículos parados. Quem ficou dentro dos carros, mudou de ideia, e vários foram vistos saindo às pressas, abandonando os automóveis.
A partir daí, o cenário foi de caos: manifestantes e pessoas pegas de surpresa pelo protesto correndo para todos os lados tentando se proteger; motoristas e passageiros de ônibus inalando gás de pimenta sem ter como fugir em meio ao trânsito; e vários jornalistas, que cobriam o protesto, detidos, ameaçados ou agredidos. Mais de 230 pessoas encaminhadas à delegacia, segundo contabilizava a PM na manhã desta sexta-feira, e mais de 100 ficaram feridos, segundo estimativas dos organizadores da passeata.
A violência contra os manifestantes foi estendida aos profissionais da imprensa que cobriam a manifestação. O fotógrafo Filipe Araújo do jornal O Estado de S.Paulo, foi atropelado por uma viatura da Polícia Militar quando fotografava um confronto na região da rua Bela Cintra, no centro.
"Eu estava fotografando uma barricada quando a Tropa de Choque avançou pela rua. De repente, vi umas 8 viaturas passando por cima do lixo queimado. Quando viram que eu estava fotografando, atiraram o carro sobre mim, de propósito", relatou o profissional, que chegou a ser levado ao hospital, mas não se feriu com gravidade. Ele possuía crachá de identificação profissional e carregava todo seu equipamento fotográfico quando foi atacado.
Sete jornalistas do Grupo Folha ficaram feridos, entre eles a jornalista Giuliana Vallone, da Folha de S.Paulo, que foi atingida no olho por uma bala de borracha disparada pela polícia contra ela, que portava crachá do veículo e subia a rua Augusta quando foi atingida.
O repórter do Terra Vagner Magalhães foi agredido com um golpe de cassetete quando escrevia uma matéria sentado em uma mureta do vão do MASP. Àquela altura, o clima de tensão parecia ter diminuído. Portando crachá, máquina fotográfica e notebook, foi atacado pela Polícia Militar. O fotógrafo, também do do Terra, Fernando Borges foi detido para averiguação e teve de passar 40 minutos virado para uma parede, com as mãos nas costas, mesmo estando a serviço do portal.
Já o repórter da revista Carta Capital, Piero Locatelli, foi preso antes mesmo do início da manifestação por carregar um frasco de vinagre na mochila. Ele, que cobriu as três manifestações anteriores, trabalhava no local e levou a substância que serve como uma espécie de antídoto caseiro contra a fumaça das bombas de gás disparadas pela polícia. Locatelli foi liberado horas depois.
No momento em que a polícia começou a atacar os manifestantes, cerca de 30 pessoas que buscavam proteção contra as bombas na entrada de uma garagem em frente à Praça Roosevelt - incluindo pedestres que não participavam do protesto - foram encurralados por policiais da Tropa de Choque. Mesmo estando rendidas, não oferecerem ameaça aparente e terem tentando, em vão, explicar que queriam apenas se proteger.
Uma mulher, que saía do trabalho, pedia aos prantos para não ser detida, mas ouviu de uma policial a "sentença": "vai para a viatura que depois a gente vê". Outros dois jovens - um homem e uma mulher - que socorreram a repórter Marina Novaes, também do Terra, e que também tentou se proteger no local após inalar gás das bombas de pimenta, foram presos. A repórter chegou a ser ameaçada de prisão e levada até a entrada do veículo do Choque, mas foi liberada. Segundo a PM, a maioria dos detidos foi liberada em seguida.
"Violência desproporcional"
"Quando a gente achou que ia acabar, começava de novo. Uma hora jogaram uma bomba aqui (de gás) e eu me protegi dento do baú (caminhão-baú de mudança). Uma estudante viu que eu estava sem ar, passando mal, e veio na porta jogar vinagre na minha camiseta", contou proprietário de uma empresa de transporte Antonio Augusto Pereira Coimbra, 51 anos, que se preparava para transportar a mudança de um escritório na avenida Paulista, quando foi surpreendido pelo confronto. "Acho que houve abuso dos manifestantes sim. Mas a polícia agiu com uma violência desproporcional", completou.
"Estou revoltado com o que vi. Eu estava voltando do trabalho quando vi a confusão. Nós estávamos na porta da estação de metrô (Consolação, na avenida Paulista), quando um grupo começou a bater palma ironicamente pra PM. Não precisou mais que isso para atirarem bomba contra todo mundo que estava lá, povo e manifestante. Primeiro batem, depois olham", disse Felipe Rodrigues, 24 anos, estudante de administração de empresas, que trabalha em uma companhia na avenida Faria Lima.
Passado pouco mais de uma hora desde o início, as ações se espalharam pelas ruas da região e chegaram até a avenida Paulista, que deveria ser evitada. No local, não houve qualquer cerimônia. Dezenas de bombas foram lançadas contra grupos de manifestantes que, menores, se multiplicaram.
Provocações verbais foram respondidas com bombas de efeito moral, lançadas sem qualquer critério. Pessoas se abrigaram em um primeiro momento em estações de metrô, porém todas, no perímetro da avenida, tiveram as suas entradas fechadas. Aqueles que estavam nos prédios permaneceram na portaria, até que a situação se acalmasse. Se o combate aos atos de vandalismo era a missão principal da polícia, ali foi esquecida.

Ao lado de Dilma, Lula diz que não é candidato em 2014

Ao mesmo tempo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na noite desta quinta-feira ter confiança plena em Dilma Rousseff, a presidente fez questão de colar sua imagem a do companheiro de partido, a quem pretende estar ao lado "pelo resto da minha vida". Diante das especulações de que seu nome se fortalecera para a próxima eleição por conta da queda na popularidade de Dilma, Lula fez questão de mostrar quem estará na disputa ano que vem:
— Eu não sou o candidato. Existe uma plena confiança entre nós dois, e a candidata é ela (Dilma) — disse Lula, para em seguida afirmar que a presidente não deveria se preocupar com o tema nos próximos meses.
— Você (Dilma) não tem que falar em reeleição, apenas governe. Quem tem que falar em reeleição somos nós, o partido — disse ele, durante o seminário "O Decênio que Mudou o Brasil", promovido pelo PT em Curitiba.
Dilma, por sua vez, retribuiu os afagos:
— Compartilhamos oito anos. Ficarei com ele pelo resto da minha vida — disse ela, que aproveitou para alfinetar os adversários.
— Quem quer antecipar campanha eleitoral é quem está fora do poder — emendou.
Em seguida, Dilma retomou o discurso de viés econômico.
— Vamos fortalecer um novo ciclo de desenvolvimento, é isso que o governo faz todos os dias.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Casal é jogado de moto pra fora da pista por veículo não identificado em Inhapi.


Definitivamente a rodovia AL 140 localizada entre o município de Inhapi e Mata Grande infelizmente já pode ser chamada de “rodovia da morte”, somente nos últimos 30 dias foram registrados seis graves acidentes, alguns inclusive com vítimas fatais. 

A vítima desta vez foi um casal de agricultores que trafegavam de moto na rodovia, quando um veículo não identificado os jogou para fora da pista ocasionando um grave acidente que terminou com a Senhora Maria José Laranjeiras da Silva socorrida pela equipe do SAMU para o Hospital Regional de Santana do Ipanema com graves hematomas e fortes suspeitas de sérias fraturas pelo corpo que a faziam gritar de dor durante o resgate, já seu esposo o Senhor João Gomes dos Santos recebeu os primeiros socorros ainda no local do acidente e passa bem.

O acidente ocorreu próximo ao Sitio Boa Vista no município de Inhapi as margens da rodovia AL-140. A Policia Militar sobre o comando do Sargento Henrique esteve local colhendo as primeiras informações que serão de suma importância para que a Policia Civil possa identificar o motorista infrator.

Homem armado atira contra assaltantes em mercadinho

Dois homens armados assaltaram, nesta quarta-feira, 12, um mercadinho no município de Santana do Ipanema. Os assaltantes chegaram ao estabelecimento comercial, por volta das 10h, renderam a proprietária e subtraíram o dinheiro do caixa. Essa é a sétima vez que assaltantes invadem o estabelecimento para roubar. Seria só mais um caso se não tivesse aparecido um terceiro homem armado na história.
Segundo a proprietária, no momento em que os assaltantes estavam deixando o mercadinho, apareceu um homem armado que desferiu tiros em direção aos assaltantes. Houve troca de tiros no local e muita correria. O homem, ainda não identificado, conseguiu assustar os dois assaltantes, que fugiram deixando para trás uma motocicleta modelo Titan de cor vinho de Águas Belas (PE), com queixa de roubo.
Policiais militares foram acionados e partiram em perseguição aos assaltantes, que - segundo testemunhas – teriam fugido em direção ao Rio Ipanema. Foi às margens do rio que a polícia encontrou um dos assaltantes baleado. O acusado, que não teve a identidade revelada, foi encaminhado para o Hospital Regional Clodolfo Rodrigues de Melo, onde está internado em estado grave.
Já o outro assaltante ainda não foi localizado, mas há informações de que também está ferido.
Motocicleta foi abandonada por assaltantes